O Retrato do Bob: Leopoldo Pacheco, um mais que completo homem de teatro

Foto de Bob Sousa

Paulistano nascido na Vila Mariana e que atualmente mora em Higienópolis, o ator Leopoldo Pacheco é o que pode se chamar de homem de teatro. Cria da Escola de Arte Dramática da USP (Universidade de São Paulo), faz de tudo — vai da atuação aos figurinos, passando por iluminação, maquiagem e cenário. Além disso, é produtor de mão cheia. A TV demorou para descobri-lo. Aconteceu só em 2004, quando foi o vilão Leôncio, de A Escrava Isaura (Record). Depois, em 2005, foi escalado para viver Cemil na novela Belíssima (Globo). Desde então, conjuga com perfeição a paixão teatral com as novelas da vida. Jamais se deslumbrou. Leo, como é chamado com carinho pelos amigos, carrega com orgulho o nome do pai, José Leopoldo Olivério Pacheco, que se foi em 2005, aos 77 anos. Dedica a ele o sucesso. E à família que construiu: pai do adolescente Frederico, mantém casamento estável com a produtora cultural Bel Gomes. Sabe que família é pé no chão. No momento, faz a peça Camille e Rodin, de autoria de Franz Keppler com direção de Elias Andreato, no auditório do Masp, ao lado de Melissa Vettore. Fala de amor e arte. Coisas das quais é um verdadeiro especialista.

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