O Retrato do Bob: A nobreza de Amanda Banffy

Foto de Bob Sousa


A atriz e diretora Amanda Banffy sofreu há quatro anos uma dor imensa. A morte do pai, homem que migrou da Hungria para o Brasil após o comunismo dominar o país. Mas, em vez de sofrer apenas, utiliza a dor da perda como mola propulsora de sua arte. A imagem do pai exigente a motiva a fazer sempre o melhor. Dele, herdou também o sobrenome importante. Nobres, os Banffy (cujo significado é filho de vice-rei ou governador) estão na região da Transilvânia há mais de mil anos, onde foram donos de inúmeros castelos.  É formada em artes cências pela ECA-USP e também pelo Centro de Pesquisa Teatral de Antunes Filho, onde teve a honra de fazer a assistência de direção do grande mestre no espetáculo Policarpo Quaresma. Além dos palcos, flerta também com o cinema e já fez quatro filmes, entre eles Dois Coelhos (2012). Na internet, apresenta o programa Noivas TV Web. Nos palcos, se dedica à montagem de um espetáculo de dramaturgia francesa contemporânea, que terá direção de Eric Lenate. Além disso, estará na peça Os Justos, com direção de Daniel Sommerfeld, e dois filmes: O Fantasma do Cineclube, com direção de Diiomédio Piskator, no qual será a mocinha, Cigana; e G.A.D.O, dirigido por Tony Ciambra. Neste último, vive uma personagem que começa como prostituta, vira freira, mendiga e depois de morta se torna santa. Não é para qualquer um.

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1 Resultado

  1. Felipe disse:

    Louvável que a artista tenha sabido usar a dor como mola propulsora! Parabéns a ela pela garra!

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