Brasil perde Márcio Ribeiro, o bonachão do humor

Márcio Ribeiro do jeito que gostava: no palco, fazendo todo mundo rir – Divulgação

Por Miguel Arcanjo Prado

Foi com tristeza enorme que recebi a notícia da morte do humorista Márcio Ribeiro, nesta quarta (29), com apenas 49 anos.

Ele havia acabado de fazer aniversário, no último dia 12. Estava feliz com seu novo show. Sucesso onde quer que se apresentasse.

Márcio sempre foi um querido comigo, nesta minha trajetória no jornalismo. Dizia que era seu fã, dos tempos em que ele apresentava o X-Tudo e eu era criança. Bem-humorado, dizia que eu estava dizendo que ele era velho.

E me contava as novidades de seu show, do que escrevia… Às vezes, me mandava um texto antes mesmo de levá-lo ao palco. E eu me sentia lisonjeado.

Texto perspicaz, ele sempre estava atento a tudo, como um bom humorista deve ser.

Márcio Ribeiro era o bonachão do humor. Não havia quem desgostasse dele. Tinha talento, carisma, era querido por todos.

Era uma espécie de mestre que unia as gerações e egos do mundo do stand-up. Reverenciado por gente como Bruno Motta e Danilo Gentili.

E não tinha medo de trabalho. Nem da vida. Transformava a doença em material para o riso. Debochava de si mesmo.

E é esta a imagem que vai ficar de Márcio Ribeiro. Um artista que, independentemente das agruras de sua vida, nos fazia rir, sua predileção em sua curta vida.

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