Conheça Tony Reis, o ator que conquista o público do Oficina de Zé Celso com seu sorriso cativante

Baiano de Salvador, Tony Reis é um dos destaques do elenco do Teat(r)o Oficina – Foto: Eduardo Enomoto

Por Miguel Arcanjo Prado
Fotos de Eduardo Enomoto

Tony Reis é despachado. Com o ator baiano de Salvador não tem cara feia. No primeiro diálogo, abre aquele sorriso perfeito e verdadeiro de encantar qualquer um. Está em São Paulo há seis anos. Veio na marra. Tentar o sonho da vida artística. E vê, aos poucos, os projetos virarem realidade. Foi um dos destaques do espetáculo do Oficina Cacilda!!! Glória no TBC – Capítulo 1, de José Celso Martinez Corrêa e Marcelo Drummond.

Começou cedo no mundo das artes. “Em Salvador, você já nasce fazendo algo artístico. Seus vizinhos batucam, a família brinca de interpretar, tem roda de capoeira, de samba e terreiro em cada esquina”. Assim, afirma que não escolheu a profissão. Foi escolhido por ela.

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A beleza marcante logo o levou para o caminho da publicidade. Fez muitos comerciais e até uma ponta em uma gravação de Malhação em Salvador. Gostou daquela história de representar.

Correu para os cursos de teatro da Funceb e do Sesc Casa do Comércio. Integrou o grupo Psicodélicos, mas, com o tempo, foi percebendo a dificuldade de ser ator na Bahia. Até que tomou uma decisão importante: se mudar para São Paulo.

Tony é persistente e corre atrás do que quer: no começo, sofreu muito em SP – Foto: Eduardo Enomoto

No começo, sofreu muito. Percebeu de cara que os paulistanos eram bem mais fechados e sisudos que os baianos. Fazer amigos demorou. Acabou conseguindo fazer a série televisiva Som e Fúria, dirigida por Fernando Meirelles, nosso grande cineasta de Cidade de Deus. “Vim na cara e na coragem. Meus amigos me falavam, vá conhecer o teatro do Zé Celso. Você vai adorar”.

Resolveu ir ver Cacilda!!, o segundo espetáculo da saga sobre Cacilda Becker feita por José Celso Martinez Corrêa e Marcelo Drummond. Ficou encantando. “Eu me lembro que falei para mim mesmo: é isso o que quero para minha vida”. Há dois anos, integra o Teat(r)o Oficina. “Fui bem recebido e abençoado”, declara.

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Ganhou os personagens Sargento e Bicha Lili, em O Assassinato do Anão do Caralho Grande, peça de Plínio Marcos dirigida por Marcelo Drummond. Zé Celso viu, gostou e convocou Reis para fazer Macumba Antropofágica. “Foram só lágrimas quando ele me chamou”, recorda.

Em 13 de dezembro de 2013, volta aos palcos do Oficina em Cacilda!!!!, a última peça da saga. “Sempre acreditei que podia e dei minha cara a tapa. O que me fez chegar até aqui foi a coragem. Costumo dizer que o que não me mata me fortalece.”

“Costumo dizer que o que não me mata me fortalece”, Tony Reis, ator – Foto: Eduardo Enomoto

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4 Resultados

  1. Vanessa Novaes disse:

    Sou amiga de Tony Reis desde criança, e sei exatamente da sua luta para conseguir chegar aonde ele chegou! Merecedor de todas as conquistas, pois ele é muito especial!! Muito sucesso pra ti amigo! Vc vai muito mais longe ainda!! #soufã

  2. ELIEZER PARANHOS PEREIRA disse:

    Esse Tony sempre foi um Ator
    Só vivia interpretando
    Era Gaiatice pra lá, Gaiatice pra Cá
    Parecia ser um Predestinado Mesmo
    Correu atrás

  1. novembro 20, 2013

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