Trupe Temdona faz peça Iepe grátis no ônibus

Iepe: comédia da Idade Média em pleno ônibus no centro paulistano; e de graça – Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Os passageiros que circularem pelo Terminal Parque Dom Pedro 2º, na região central de São Paulo, têm oportunidade única nesta terça (22), às 20h, de assistir ao espetáculo Iepe.A peça é gratuita e vai acontecer dentro de um ônibus.A montagem tem texto assinado por Luis Alberto de Abreu e é dirigida por Pedro Alcântara.É uma “comédia popular”, como dizem os integrantes da Trupe Temdona, com artistas egressos da Fundação Cultural de São Caetano do Sul, na região do ABC.

Eles foram convidados para a sessão especial desta terça pela Trupe Sinhá Zózima, que faz ocupação no terminal com seu ônibus-teatro.

A peça gira em torno do personagem Iepe (André Félix), que vive na Idade Média. Ele gosta de beber e é um camponês que se torna rico de uma forma inesperada. Na verdade, por conta de uma peça armada pelo poderoso Barão (Thais Irentti) e seus serviçais (Rodrigo Sampaio e Rosane Rodrigues).

A obra estreou em 2013 no Polo Cultural Casa de Vidro, em São Caetano do Sul. Ela também esteve no Tusp (Teatro da Universidade de São Paulo) e no Teatro Timotchenco Whebi, em janeiro deste ano.

O diretor da montagem comemora a apresentação no espaço intimista de um ônibus. “Nesta montagem, buscamos aproximar o público da cena, de forma que os espectadores viajem junto com os atores na história de Iepe”, afirma Alcântara.

Iepe
Quando: Terça, 20h. Única apresentação em 22/4/2014
Onde: ônibus da Trupe Sinhá Zózima no Terminal Parque Dom Pedro 2º, no centro de São Paulo
Quanto: Grátis (ingressos distribuídos uma hora antes)
Classificação etária: Livre

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1 Resultado

  1. Phillipe disse:

    1. Adoro absolutamente o conceito trabalhado pela Trupe Sinhá Zózima. É um pessoal maravilhoso.
    2. Retornando a um tema que você tratou: ontem, Feriado de Tiradentes, andando por um “shopping center” (por que não centro de compras?), o placar foi: 3 camisas com bandeira ianque para 1 da Inglaterra (essa era “vintage”). A neocolonização cultural é aqui.
    3. Por outro lado, enfim mães e pais estão ficando mais conscientes e finalmente as vendas da boneca Barbie, ícone da cultura norteamericana, estão declinando. Não tenho nada contra a boneca em si, mas o que há por detrás dela: branca, loira, americana, olhos azuis, corpo escultural. E, neste aspecto, faço um “link” com um texto seu sobre a mudança de imagem de Anitta. Shakira era o exemplo de uma beleza latina indomável. Foi só decolar carreira internacional e se radicar na Terra de Tio Sam e como a vemos hoje? Loiríssima, com cabelos ora lisos, ora rebeldes, mas sempre loiríssimos. Alguém ainda duvida do triste legado transmitido e retransmitido pelo que significa a Barbie?

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