Dois ou Um com Anderson D’Kássio

 

O ator Anderson D’Kássio: de Macapá para o teatro musical de São Paulo – Foto: Bob Sousa

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Foto BOB SOUSA

O ator Anderson D´Kássio faz teatro desde que se entende por gente. Começou aos quatro anos, no teatro amador, em sua terra natal, Macapá, no Amapá, norte do Brasil. Veio para São Paulo com o sonho de se profissionalizar na profissão. Fez graduação e pós-graduação em artes cênicas na cidade. Entre os nomes com quem estudou e trabalhou estão Georgette Fadel, Wolf Maya e Fernanda Chamma. Ele acaba de se despedir do espetáculo Cabaret, o Musical, dirigido por André Latorre e que segue em cartaz com temporada gratuita no Espaço Cia. do Pássaro, onde posou para o fotógrafo Bob Sousa. Fazia o escritor Clifford Bradshaw. Agora, viaja em turnê nacional com o musical infantil Palavra Cantada, sem Pé nem Cabeça, com direção de Marília Toledo. Ele aceitou o convite do Atores & Bastidores do R7 para participar da coluna Dois Ou Um. Dez perguntas cheias de possibilidades. Ou não.

Macapá ou São Paulo?
Macapá é minha cidade de origem, minha família toda está lá. Escolhi São Paulo para construir uma nova etapa da minha carreira e sou muito feliz aqui. Macapá é o coração e São Paulo minha razão.

Literatura ou dança?
Sou apaixonado por literatura dramática e quero ainda poder me dedicar a isso. A dança mantém meu corpo e mente conectados, vivos. Mas sinto que me comunico melhor com as palavras.

Drama ou musical?
Musical. A força que o gênero musical tem é indescritível. Ele pode chegar em todas as camadas da sociedade de maneira ímpar por unir tantos atributos. Em algum aspecto a pessoa se identifica, seja na música, na dança ou no teatro.

Liza Minelli ou Beyoncé?
Liza é um ícone, faz parte da história. Mas Beyoncé tem o que precisamos na atualidade. Um rigor e uma disciplina capazes de trazer da rua, dos guetos, a massificação da arte transformando-a em “show business”. Ela impressiona em todos os aspectos, uma artista completa que será lembrada pelas próximas centenas de anos.

Dilma ou Marina?
Votei na Dilma na última eleição e admiro sua firmeza no agir e pela sua trajetória profissional. Marina é realmente uma figura diferente na política e mostra isso através das suas atitudes. Votarei nela este ano por achar que mudar e arriscar é o princípio da descoberta. O Brasil precisa se descobrir.

Israel ou Palestina?
Não tenho muito conhecimento sobre a situação do Oriente Médio, mas a guerra nunca é a melhor saída.

Preto ou branco?
Sou eclético. Preto e branco juntos é um conjunto sempre muito bom!

Metro ou ônibus?
Metrô. Pra mim é uma das melhores invenções da humanidade e precisamos investir mais neste tipo de transporte.

Praia ou montanha?
Já fui de praia, mas hoje sou de montanha.

Eu quero a sorte de um amor tranquilo ou vem comigo, no caminho eu explico?
No amor não há regras, existe a experiência. As vezes a tranquilidade e as vezes a aventura, o desconhecido. Sou ariano, movido de paixões, mas com um coração que adora repousar e saber que pode bater mais calmo.

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