Por trás do pano – Rapidinhas teatrais

Zé Celso: Silvio Santos e Juliana Perdigão na mesma semana – Foto: Bob Sousa

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Semana agitada
Zé Celso começou a semana indo à abertura da exposição “Silvio Santos Vem Aí”, no MIS. Afinal, ele e Silvio Santos vivem uma relação longa por conta do terreno no entorno do Teatro Oficina que pertence ao comunicador. Na quinta (8), Zé Celso participou do show de Juliana Perdigão na Bienal, no Ibirapuera. Cantou sua música “Aeiuo”, parceria com Fela Kuti e Juliana. Noite histórica.

O ator Jefferson Matias, do Coletivo Negro, em cena da peça {ENTRE} – Foto: Divulgação

Porta aberta
Neste fim de semana 9, 10 e 11 de dezembro, tem {ENTRE} no Sesc Belenzinho! Sexta e sábado às 21h30 e domingo às 18h30. O segundo espetáculo do Coletivo Negro, que faz e acontece.

“É Só Uma Formalidade”: apresentação em La Plata, Argentina – Foto: Divulgação

Bonarenses
O grupo mineiro Quatroloscinco Teatro do Comum apresentou sua peça “É Só Uma Formalidade” no Festival de Artes Cênicas de La Plata, capital da Província de Buenos Aires, na argentina, nesta quinta (8). Foi um sucesso.

Treme Terra faz “Pele Negra, Máscaras Brancas” em SP – Foto: Divulgação

Um sorriso negro
O Teatro do Sesc Vila Mariana será palco, no dia 17 de dezembro, sábado, às 21h, em apresentação única, da estreia em São Paulo de “Pele Negra, Máscaras Brancas”, novo espetáculo de dança negra contemporânea da companhia paulistana Treme Terra. Com direção-geral de João Nascimento e Firmino Pitanga, o espetáculo – que celebra os 10 anos do grupo – é uma criação coletiva, inspirada no livro homônimo de Frantz Fanon. Estão todos convidados.

Dica preciosa
O Aparelha Luzia, centro cultural e bar de resistência negra na rua Apa, 78, é o novo point do centro paulistano.

Dimitri Dias e Thamy Dorazio em cena de “O Despertar da Primavera” – Foto: Adriana Lopes

Adolescentes
“O Despertar da Primavera”, peça escrita em 1891 pelo dramaturgo alemão Frank Wedekind, ganha uma montagem inédita com direção de André Grecco. A montagem terá curta temporada, com 4 sessões em apenas um final de semana, nos dias 17 e 18 de dezembro, no Teatro Irene Ravache (dentro da Oficina de Atores Nilton Travesso), com preços populares a partir de 10 reais a meia entrada. Vai, gente.

Marcelo Marcus Fonseca: oportunidade para grupos no Teatro do Incêndio – Foto: Eduardo Enomoto

Pinga fogo
O Teatro do Incêndio vai abrir sua sede para receber dois coletivos teatrais, durante quatro meses de 2017, para que possam desenvolver trabalhos de pesquisa e ensaios. Os grupos poderão utilizar uma das salas da sede da companhia, por período acordado, e terão apoio financeiro no valor de R$ 16 mil reais pelo período, informa o grupo liderado por Marcelo Marcus Fonseca.

Pinga fogo 2
As inscrições devem ser feitas no período de 15 de dezembro de 2016 a 10 de janeiro de 2017, unicamente pelo portal SP Cultura, no qual pode ser acessado o regulamento e o edital completo de A Gente Submersa.

Pinga fogo 3
Os grupos selecionados serão informados até o dia 27 de janeiro de 2017, quando serão convocados para reunião no Teatro do Incêndio a fim de formalizar a parceria. O período da residência artística será de 1º de fevereiro a 2 de junho. As datas não serão prorrogadas, dando lugar a outros coletivos em novo período de ocupação que deverá ocorrer após o encerramento deste edital. Anotou tudo?

Ronaldo Serruya em cena de “Teorema 21” – Foto: Jonatas Marques

Hora de dar tchau
O Grupo XIX de Teatro faz as últimas sessões da peça Teorema 21 nos dias 10 e 11 de dezembro (sábado e domingo), às 18h. A montagem se passa nas ruínas da antiga escola das meninas, localizada na charmosa Vila Maria Zélia, em São Paulo. Com direção de Luiz Fernando Marques e Janaína Leite e  dramaturgia de Alexandre Dal Farra, a peça é livremente inspirada na obra Teorema, do italiano Pier Paolo Pasolini (1922-1975). Os ingressos são ingressos gratuitos, mas podem ser reservados pelo site ou na bilheteria com 1 hora de antecedência. Não marque bobeira.

Cléo De Páris, vestida para arrasar na noite paulistana – Foto: Divulgação

Língua
Cléo De Páris, a atriz e musa maior do Satyros, fez esta cara quando perguntaram para ela se a festa era a fantasia.

 

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