Dois ou Um com Rafael Primot

Rafael Primot – Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Rafael Primot, paulista de Itapeva radicado em São Paulo, é ator, cineasta, escritor e dramaturgo. Espetáculo de sua autoria, ‘Uma Vida Boa’ está em cartaz às quintas e sextas, 21h, no Teatro Eva Herz, em São Paulo com ingressos a R$ 40 até 30 de junho. Rafael aceitou participar da coluna Dois ou Um. Dez perguntas cheias de possibilidades. Ou não.

Sétima arte ou tablado?
Um pouco de um dentro de outro e um pouco de outro dentro de um. E todos ao mesmo tempo quando possível.

Prosa ou poesia?
Eu gosto mesmo é da prosa que te leva a lugares poéticos.

Nelson Rodrigues ou Plínio Marcos?
Nelson é paixão antiga. Entrei no Antunes fazendo Nelson, na banca da faculdade e ainda foi o primeiro livro lido escondido na adolescência.

Pedro Almodovar ou Alejandro González Iñárritu?
Almodóvar – lo quiero mucho.

São Paulo ou Rio de Janeiro?
Se eu pudesse juntaria a praticidade e a acolhida dos paulistanos com a natureza e o espírito livre dos cariocas. Resposta: os dois.

Aconchego ou folia?
Acabei de descobrir que sou bipolar, quero os dois de novo, pode?! Cada um a sua hora.

É Gol ou É Golpe?
É democracia!

Monólogo ou coletivo?
Coletivo. Mas ainda farei um monólogo em breve. Mais pela história que quero contar do que pela experiência solitária de estar no palco. Tão bom poder ser salvo pelos colegas de cena!

Mercadão Municipal ou Liberdade?
Liberdade (sempre!). Tive minha batian e tenho uma ligação muito forte com os orientais.

‘Tem dias que a gente se sente como quem partiu ou morreu’ ou ‘a minha alegria atravessou o mar e ancorou na passarela’?
Sóbrio: “Tem dias que a gente se sente como quem partiu ou morreu”. Alcoolizado: “a minha alegria atravessou o mar e ancorou na passarela”. Bem por aí. Tão eu!

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